Autores: Jay Asher
Ano de Publicação: 2007
Editora Original: Razorbill
Nº de páginas: 288
Sinopse: Não podes parar o futuro, nem voltar atrás ao passado. A única maneira de perceberes o mistério… é carregando no play. Clay Jensen não quer ter nada a ver com as cassetes gravadas por Hannah Baker. Hannah está morta. Os seus segredos foram enterrados com ela. Mas a voz de Hannah diz a Clay que o nome dele está gravado naquelas cassetes e que ele é, em parte, responsável pela sua morte. Clay ouve as gravações ao longo da noite. Ele segue as palavras gravadas de Hannah pela pequena cidade onde vive… e o que descobre muda a sua vida para sempre.

Opinião: Jay Asher é da Califórnia e trabalhou como livreiro e bibliotecário. 13 Reasons Why foi o seu primeiro livro que se tornou um sucesso mundial e que já angariou diversos prémios e uma adaptação cinematográfica como um original da Netflix, também esta uma gigante sucesso mundial.
Há imenso tempo que queria ler este livro. Já vi a série toda, e fiquei muito curioso para ler o livro. Comprei-o em promoção na Fnac por menos de 5 euros! Isso mesmo! Comprei este livro em inglês (se calhar por isso ser tão barato, também) e por querer ter mais livrinhos na minha estante em inglês para puder treinar e aperfeiçoar a língua.
O livro centra-se na estória de Hannah Baker, que cometeu suicídio. Todo o livro é relatado na perspetiva de Clay que recebe à sua porta uma caixa com cassetes de áudio para ouvir. As cassetes revelam ser um testemunho que Hannah deixou sobre as 13 razões que a levaram cometer suicídio. A partir deste ponto de partida, acompanhamos Clay ao longo de uma noite (nem isso), enquanto escuta as cassetes e, ansioso que chegue a sua vez.
Esta viagem de memória e angústias, leem-se num piscar de olhos. Achei um livro triste, mas que muitas pessoas deviam-no ler, só pelo seu conteúdo que nos faz despertar um pouco da nossa realidade alheia e perceber que talvez temos alguém ao nosso lado a precisar de ajuda. Acompanhar Hannah através dos seus testemunhos depois de já morta, tornou-se algo intenso. Era difícil acompanhar as conexões que existiam entre cada razão, não por serem complexas, mas por ninguém se aperceber que era jovem estava a afundar-se numa espiral de sofrimento, abandono e desilusão. Fiquei com um carinho especial pelo livro, acho que é impossível não ficar.
A série! Falta-me ver a última e quarta temporada que saiu hoje na Netflix. Para mim devia ter terminado na primeira temporada, a melhor de todas, fiel ao livro, embora com algumas alterações. Na série, Clay demora imenso tempo a ler as cassetes (dias!), o suicídio de Hannah foi cometido de forma diferente, e houve uma ou outra alteração nas razões que a levaram ao desfecho trágico. A segunda temporada, foi uma surpresa positiva, num período após as cassetes, apresentando as suas consequências. A terceira… embora boa, já a achei desnecessária, mas vamos lá ver o que vem aí na quarta temporada.
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Mark Presley.

