Endgame Novel

Endgame – A Chamada #1

Autor: James Frey, Nils Johnson-Shelton

Saga: Endgame

Título Original: The Calling

Ano de Publicação: 2014

Editora Original: HarperCollins

Nº de páginas: 464

Sinopse: Eles chegaram à Terra há 12 mil anos. Vieram dos céus e criaram a humanidade. Quando se foram embora deixaram um aviso: um dia iriam voltar… E quando voltassem, teria início o grande jogo, o Endgame. Ao longo de dez mil anos, as doze linhagens originais existiram em segredo, mantendo sempre, cada uma delas, um jogador preparado para entrar em ação a qualquer momento. O Endgame era sempre uma possibilidade, mas agora que eles voltaram, tornou-se uma realidade, e os doze jovens jogadores estão a postos para entrarem no grande jogo que decidirá o futuro do planeta e da humanidade. Só um pode vencer. Só a linhagem do vencedor será salva. Vence quem encontrar primeiro as três chaves escondidas algures na Terra. E é sobre a busca da primeira chave que se centra este primeiro livro da série.

Endgame – A Chave do Céu #2

Autor: James Frey, Nils Johnson-Shelton

Saga: Endgame

Título Original: Sky Key

Ano de Publicação: 2015

Editora Original: HarperCollins

Nº de páginas: 464

Sinopse: Endgame está aqui.
O mundo começa a desmoronar-se, a desintegrar-se, a enlouquecer. Ainda assim, os Jogadores continuam a jogar. A Chave da Terra foi encontrada. Restam duas chaves – e nove Jogadores. Há que encontrar as chaves mas apenas um Jogador pode vencer.
Aisling Kopp está em Queens, Nova Iorque e pensa ter encontrado uma forma de interromper o Jogo. Hilal ibn Isa al-Salt escapou por pouco a um ataque que o deixou terrivelmente desfigurado mas agora sabe algo que os outros Jogadores não sabem. Sarah Alopay encontrou a primeira chave, aliou-se a Jago e estão a vencer. Mas conseguir a Chave da Terra teve graves consequências para Sarah.
A Chave do Céu – onde quer que esteja, o que quer que seja – é o que se segue. E os restantes nove Jogadores vão fazer de tudo para conseguir encontrá-la.

Endgame – Rules of the Game #3

Autor: James Frey, Nils Johnson-Shelton

Saga: Endgame

Ano de Publicação: 2016

Editora Original: HarperCollins

Nº de páginas: 464

Sinopse: The revolutionary Endgame trilogy concludes in this explosive finale to the series. One key remains—can the Players find it before the end of the world?

The strongest are left. One final key remains. The fate of the world is in their hands.

The world of Endgame is populated by twelve ancient bloodlines. In each line, a Player trains for a catastrophic event that has not yet happened—until the Calling. Once they were called, the Players set off on a journey in search of three ancient keys that will save not just their line, but the world. Two keys have now been found, and the remaining Players must find the final key—before Endgame brings about the ultimate destruction.

James Frey e Nils Johnson-Shelton - Intrínseca
James Frey e Nils Johnson-Shelton

Opinião: Comecei  esta trilogia, ainda estava no secundário e só agora a estou a terminar! Posso dizer que foi uma amiga que me aliciou a comprar esta trilogia a lê-la. Até me convenceu a ler os livros em inglês!

Quando li a sinopse do primeiro livro fiquei um pouco reticente, mas li-o. Posso dizer agora que não me arrependo e que gostei bastante da trilogia em si.

Falando da trilogia. Então, a humanidade foi criada, supostamente, por seres alienígenas há milhares de anos. Dessa criação, surgiram 12 linhagens humanas. Estes seres, The Makers, antes de partirem do nosso planeta afirmaram que, a qualquer momento, poderia se iniciar um jogo, o Endgame. Nisto, cada linhagem deveria ter sempre disponível um jogador, com idades entre os 13 e os 20 anos, para jogar. O vencedor do Endgame decidiria qual a linhagem a sobreviver após um evento catastrófico.

O primeiro livro, A Chamada, inicia-se então com a queda de vários meteoritos ao longo do globo que servem de aviso para os 12 players de cada linhagem de que o se iniciou o Endgame. Para completar o jogo e salvar a sua linhagem, os jogadores deverão encontrar 3 chaves – Earth Key, Sky Key e Sun Key. O primeiro livro debruça-se sobre a busca da primeira chave, e os seguintes livros sobre as outras chaves.

Em A Chamada os 12 jogadores estão mais focados em descobrir a chave, mas há sempre imprevistos – alianças perigosas, obsessões, inimigos perigosos, corações traiçoeiros e motivos diferentes. Vemos os vários jovens a saltar de país em país, num jogo mortífero para salvarem a sua linhagem, sem pensar nos custos. Mas eles são jovens e é em A Chave do Céu, que questões começam a ser levantadas – e se pudessem parar o Endgame? E se os Makers pudessem ser desafiados?. É então que em Rules of The Game, após a queda, com isto refiro a morte, de vários jogadores, 3 alianças formam-se para parar, matar ou salvar. Confuso, não é? Mas num lado temos um jogador a querer vingança pela morte trágica da sua amada; noutro outro com duas chaves e prestes a terminar o Endgame; e noutra uma aliança entre vários jogadores para salvar uma das Chaves ( que é uma pessoa!) e impedir o Endgame.

A escrita é muito à base de descrições das ações e dos locais, assim como do desenrolar da ação. Os capítulos são curtos o que nos leva a saltar de capítulo para capítulo para saber-os mais. Temos imensos jogadores e todos diferentes entre si, mas os que mais se destacam e tem uma personalidade mais marcantes são: An, Chioko, Sarah, Jago e Hilal.

O último livro foi o que mais gostei e o mais mortal! Depois da morte inesperada da minha personagem favorita, este último livro ceifa a vida de vários jogadores que eu não esperava mesmo nada. O final, embora com um toque de tragédia, é , intuitivamente, o esperado, mas agradou-me, pois a descrição final dos sobreviventes e do estado do planeta foi cativante e quando li as últimas palavras e fechei o livro, fiquei com vontade de saber.

Este é livro para aqueles amantes de ficção científica juvenil, com descrições leves e bem sucintas que se lêem num abrir e fechar de olhos.

Importante avisar! Estes livros não são só livros! Os autores criaram um concurso/puzzle para que os fãs, pudessem resolver em tempo real, deixando pistas nos livros, como imagens, códigos, equações e links para os fãs poderem resolver. Atualmente, ainda está a decorrer a nível internacional este concurso. O vencedor ganha, em ouro, meio milhão!

Ps:. Li esta trilogia em inglês. O motivo para a sinopse do terceiro livro estar em inglês, é porque ainda não saiu em Portugal.

Deixem a vossa opinião!

Já leram a Trilogia Endgame?

Gostaram?

Que outros livros leram de James Frey e Nils Johnson-Shelton?

Mark Presley.

Dezembro

Autor: Elizabeth Hartley Winthrop

Título Original: December

Ano de Publicação: 2008

Editora Portuguesa: Bertrand

Editora Original: 

Nº de páginas: 280

Sinopse: A pequena Isabelle, de onze anos, não diz uma palavra há quase um ano. Desistiram dela quatro psiquiatras, classificando de impenetrável o seu silêncio. Os seus pais sentem-se incrédulos e aterrorizados com o isolamento da filha e com o facto de gradualmente estarem a perder o controlo sobre a vida familiar. A escola de Isabelle, que até agora tomou a atitude extraordinária de a deixar fazer os testes e trabalhos em casa, está prestes a expulsá-la, obrigando os seus pais a confrontarem-se com a possibilidade de aquilo que julgaram tratar-se de uma extravagância de adolescente, uma fase, ser afinal uma transformação definitiva, um isolamento de onde a filha poderá nunca vir a sair.

Elizabeth H Winthrop
Elizabeth H. Winthrop

Opinião: Este foi o segundo romance publicado por Elizabeth H. Winthrop e a minha estreia com esta escritora.

Ofereceram-me este livro no natal de 2017 e só este ano o li. E o porquê de tanta demora? Primeiro tinha muitos livros em fila de espera à frente e pela sinopse pude logo saber que era um livro bastante diferente do que estava habituado a ler. E assim demonstrou ser! Diferente, pacífico, calma e muito realístico. É assim que descreve este livro e acho que diz tudo sobre o mesmo.

O enredo desenrola-a na descrição do dia a dia desta família, centrando-se em Isabelle, uma menina que decidiu não falar, além de ser muito dada a rotinas e ser muito peculiar e tímida. Lê-se muito bem e é um bom livro para fugir ao hábito de ler sempre o género de livros.

As páginas passam por entre os dedos sem darmos por isso, e vamos vivendo com esta família, cozinhando com eles, conversando com eles, rachando lenha com eles e sentindo o sofrimento destes pais que mais nada conseguem fazer para compreender o que se passou com a filha e como ajudá-la.

Deixem a vossa opinião!

Já leram Dezembro?

Gostaram?

Que outros livros leram de Elizabeth Hartley Winthrop?

Mark Presley.

Erasmus

Com Mark Presley, pretendo essencialmente publicar opiniões sobre livros, séries, mas, também, falar de vários temas diferenciados, especiais ou sinta a necessidade de escrever ou partilhar convosco. Com o tempo irão ver e agora vou escrever sobre… Erasmus!  Mesmo isso, uma experiência que tive ainda este ano .

erasmus_mais

Sou estudante de Licenciatura de Enfermagem e fiz, neste terceiro ano de curso, Erasmus durante 2 meses na Polónia. Para quem não sabe, o programa Erasmus é o acrónimo inglês para European Region Action Scheme for the Mobility of University Students (Plano de Ação da Comunidade Europeia para a Mobilidade de Estudantes Universitários).

Nunca me tinha passado pela cabeça fazer em Erasmus e foi uma decisão espontânea, com alguns recuos. Lembro-me de esta no segundo ano da licenciatura, sentado à sombra de uma paragem de autocarros com colegas e amigas e começarmos a conversar sobre o assunto. Sabe-se lá de onde o assunto surgir, mas depressa demos por nós a dizer coisas como “gostava de ir”, “deve ser uma experiência em tanto” e “devíamos ir”. E naquela conversa ficou decidido que íamos fazer Erasmus, os três juntos. É claro que muitas vezes já sabem o país que querem ir, mas nós queríamos ter a experiência em si, num país escolhido em conjunto e que nos fizesse escrever enquanto seres humanos, tornar-nos mais independentes e que nos oferece-se outra visão de Enfermagem.

Depois disso foi escolher o país no qual fazer Erasmus. Começamos por saber com que países a nossa escola tinha acordo. E lá escolhemos Espanha! A sério! Era perto e falavam espanhol, embora, como é óbvio, logo a pusemos de parte. Espanha ficaria demasiado caro, era mesmo ao lado e não nos podíamos cingir a um país por causa da barreira linguística. Do nada, estávamos a enviar papéis para Polónia e a inscrever-nos num curso para desenferrujar e desenvolver as nossas capacidades linguísticas em inglês.

Só de relembrar todo o processo… foi longo e um ano intenso. Céus! Desisti uma vez, por motivos pessoais e bastante receio do desconhecido. Além de ir estar meses fora, seria a minha primeira vez num avião e a viajar para o estrangeiro. Depois a resposta do outro lado! Éramos aceites ou não? Íamos em fevereiro ou no final do semestre? Íamos para a Polónia ou tínhamos de escolher outro sitio? Quanto tempo? Que estágios nos garantiam uma vez lá?

Posso dizer que foi uma “corrida do caneco”, passo a expressão!

Se voltasse atrás, repetia? Sim! A bagagem que trago da experiência valeu todos os mini ataques de coração, surtos de desespero, receios parvos… Tudo!

Beijo

Autor: Jill Mansell

Título Original: Kiss

Ano de Publicação: 1993

Editora Portuguesa: Edições Chá das Cinco (Saída de Emergência)

Editora Original: Bantam Books

Nº de páginas: 368

Sinopse: Izzy um dia vai ser famosa. A indústria da música é que ainda não a descobriu. A irrepreensível Izzy tem um talento fascinante, dois namorados perfeitos e uma filha para lhe organizar a vida. Basicamente, uma vida de sonho.

Já a vida de Gina não podia ser mais infernal. O cretino do marido acaba de fugir com a amante grávida. E ela sente-se destroçada quando derruba acidentalmente Izzy da sua moto. Porém, não é propriamente o fim do mundo, pois não? Apenas uma perna partida.

Mas o mundo de Gina, como ela o conhece, está prestes a ficar de pernas para o ar. Izzy e a filha Kat foram catapultadas para dentro da sua vida, antes tão metódica. Pior, Izzy está de olho no melhor amigo de Gina, Sam, que é lindo de morrer. Como acabará tudo? Numa torrente de lágrimas ou num beijo inesquecível?

Jill Mansell - Autores no SKOOB
Jill Mansell

Opinião: Autora britânica de comédia romântica, Jill Mansell é uma autora bestseller com dezenas de livros publicados.

Este é quarto livro que leio desta autora e que me conseguiu proporcionar alguns sorrisos com a sua escrita, trama e personagens que, mesmo em situações tristes e desafiadores, tornam a leitura suave com diálogos sarcásticos, irónicos e decisões que nos deixem a rir para o livros e deixar as pessoas à nossa volta pensarem que estávamos loucos (talvez esteja mesmo!).

A estória passasse quando a sossegada e reservada Ginna entra em processo de divórcio com Andrew e, num momento desesperado, atropela a extrovertida, desarrumada e inconsequente Izzy. Num acesso de culpa, Gina vê-se a ser aproveitada por Izzy e a filha, Kat, uma jovem inteligente, intrometida e arrogante. Tudo se complica quando Izzy desperta um interesse em Sam, melhor amigo de Gina. A partir daqui é um rodopio de relações fugazes, um toque e foge, entre as personagens referidas e, mais algumas, como os dois ex de Izzy, o agente da mesma.

A trama é muito enrendada e, por vezes, o envolvimento romântico cruzado e fugaz, entre as diversas personagens do livro deixa-nos a pensar e a duvidar em quem gosta de quem e quem está com quem (isto já está confuso). As minhas personagens favoritas são Izzy e a filha Kat. Embora a primeira seja a mãe, os papéis parecem estar invertidos o que torna a trama mais divertida, principalmente quando Kat, cética ao amor, envolve-se numa paixão impossível com um homem muito mais velho.

Muito divertido e sarcástico, indico este livro para todos os que gostam de um belo romance com momentos para rir.

Outros livros que li da autora: Jogos Secretos; Uma Proposta Irrecusável; Pura Malícia.

Deixem a vossa opinião!

Já leram Beijo?

Gostaram?

Que outros livros leram de Jill Mansell?

Mark Presley.

Fúria Divina #4

Autor: José Rodrigues dos Santos

Saga: Tomás Noronha

Ano de Publicação: 2009

Editora Original: Gradiva

Nº de páginas: 583

Sinopse:  Uma mensagem secreta da Al-Qaeda faz soar as campainhas de alarme em Washington. Seduzido por uma bela operacional da CIA, o historiador e criptanalista português Tomás Noronha é confrontado em Veneza com uma estranha cifra.
Ahmed é um menino egípcio a quem o mullah Saad ensina na mesquita o carácter pacífico e indulgente do islão. Mas nas aulas da madrassa aparece um novo professor com um islão diferente, agressivo e intolerante. O mullah e o novo professor digladiam-se por Ahmed e o menino irá fazer uma escolha que nos transporta ao maior pesadelo do nosso tempo.
E se a Al-Qaeda tem a bomba atómica?

José Rodrigues dos Santos - Portal da Literatura
José Rodrigues dos Santos

Opinião: José Rodrigues dos Santos é um escritor português nascido em Moçambique em 1964. Doutorado em Ciências da Comunicação, ficou conhecido, essencialmente, pelo seu trabalho de jornalismo na Rádio Macau, BBC em Londes, RTP e, ainda, foi colaborador permanente da CNN entre 1993 e 2002. Atualmente, é professor na Universidade Nova de Lisboa e jornalista da RTP, sendo, ainda, um dos jornalistas portugueses mais premiado.

Cada vez que início um livro de um autor que é uma estreia para mim fico sempre reticente, numa de começo a ler já ou deixo para mais tarde. É sempre com bom grado que descubro que este recear inicial é colocado de parte quando o livro se revela bom!

Fúria Divina é o 4º livro pertencente à saga Tomás de Noronha que, atualmente, conta já com 9 livros. Embora sendo um elemento de uma saga, cada livro pode ser lido por qualquer ordem sem que interfira com a leitura. A personagem principal, Tomás de Noronha, uma historiador e criptanalista, mantêm-se e pode haver certas referências a personagens ou acontecimentos, mas a aventura é nova e o escritor fez um excelente trabalho que possibilista o leitor ler qualquer dos seus livros.

O livro inicia-se com Tomás a ver as suas férias com a mãe, diagnosticada com Alzheimer, nos Açores, interrompidas pela CIA. Depressa é arrastado para Itália e feito, “quase” contra a sua vontade membro da uma organização que tem como fim descobrir, intersetas e eliminar ameaças nucleares em todo o globo. Numa reunião, o historiador é aliciado por uma bela mulher da CIA a decifrar um código enviado pela Al-Qaeda para um computador num cibercafé em Lisboa.

A estória é balenciada entre a lua de Tomás e a NEST em desvendar o código e células adormecida da Al-Qaeda  e o desenvolvimento da vida de Ahmed, muçulmano e a viver no Egito que se debruça sobre a história do Islão.

Achei que o livro tivesse uma trama suave e de fácil compreensão, acessível a todos. A forma delicada e pormenorizada em como autor nos guia e nos ensina sobre o Islão foi super interessante e capaz de reter o leitor nas páginas.  Tomás, achei uma personagem bastante apelativa e engraçada com traços de um típico homem português com uma queda por mulheres bonitas, desta vez uma bela operacional da CIA (o final do livro é tão engraçado à conta disto!).

O tema do livro também me atraiu bastante – terrorismo. Com várias alusões a diversos atentados, como o da Torres Gémeas,  e divulgado factos reais sobre o poder nuclear e como o sistema que o protege está corrompido e degradado, por exemplo, na Rússia, dezenas de produtos nucleares, como urânio enriquecido, e que pode ser usados para construir uma bomba nuclear, estão desaparecidos e sob posse que ainda hoje é uma incógnita. Senti, contudo, falta de um pouco mais de ritmo e adrenalina no desenvolvimento da trama.

Fiquei com imensa vontade de ler mais de José Rodrigues dos Santos, e, garanto-vos!, irei fazê-lo brevemente.  Espero que o façam também.

Outros livros que li do autor: O Último Segredo (Tomás Noronha #5); Vaticanum (Tomás Noronha #8)

Deixem a vossa opinião!

Já leram Fúria Divina?

Gostaram?

Que outros livros leram de José Rodrigues dos Santos?

Mark Presley.