Sinopse: Shelley e a sua mãe já sofreram a sua dose de ameaças e violência. Quase morta por um trio de agressores na escola, e ainda fragilizada pelo humilhante divórcio dos pais, a jovem encontrou refúgio com a mãe num retiro sossegado no campo.
Os problemas parecem ter terminado e nada lhes dá mais prazer do que saborear uma vida segura em torno de livros, jardinagem, chocolate quente e música à lareira. Mas na véspera do seu aniversário, um visitante perturba a paz da mãe e filha e algo em Shelley rebenta.
O que era um idílio transforma-se numa história de medo, lealdade familiar e luta pela segurança, mesmo que implique quebrar todas as convenções morais. O que está certo ou errado quando a sobrevivência está em jogo? Quando é que a presa se transforma em predador?
Gordon Reece
Opinião: Gordon Reece é um escritor e ilustrador que nasceu em Inglaterra em 1963, mas está sediado de momento na Austrália. Com 16 livros publicados, maior parte para crianças, Presa e Predador estreia-se como o seu primeiro thriller e suspense para jovens adultos.
Este foi o único livro que li do autor, mas devo dizer que me surpreendeu, pois o livro foi uma caixinha de surpresas por não se revelar nada do que estava à espera. Parece mau o que estou a dizer, mas não! Adorei o livro! 240 páginas que se leram num ápice!
Desde das memórias de sobre os atos horrendos de colegas das escola, do divórciomarcante que afetou a mãe até ao abandono do pai, Shelley revelou ser um saco de emoções prestes a rasgar-se e a mudar o seu mundo e da sua mãe para sempre. Identifiquei-me imenso com Shelley, que preferia se culpar a si pelos atos de outros, sofrer em silêncio e evitar pedir ajudar.
Shelley e a mãe acabam por descobrir que, embora escondidas numa nova casa, por vezes a segurança que sentem fechadas naquela distante casa pode pô-las na mira de outros perigos. O próprio leitor pode ser induzido pelas lembranças de Shelley pelos ataques sofridos na escola ou episódios familiares que será o passado a bater à porta para as atormentar. Contudo, não é o passado que lhe bate à porta, mas sim uma surpresa noturna que o futuro guardou para ambas. E num espaço de horas, o que podia ser um assalto assustador sem complicações toma proporções inesperadas quando o saco de emoções de Shelley se rasga e ela, inundada pelo dilúvio desconcertante das emoções, toma uma atitude que vai mudar o rumo da sua vida e da sua mãe.
Este livro surpreendeu-me mesmo muito e espero que Gordon Reece pretenda escrever mais livros do género.
Sinopse: Robert Langdon, conceituado simbologista, está em Paris para fazer uma palestra quando recebe uma notícia inesperada: o velho curador do Louvre foi encontrado morto no museu, e um código indecifrável encontrado junto do cadáver. Na tentativa de decifrar o estranho código, Langdon e uma dotada criptologista francesa, Sophie Neveu, descobrem, estupefactos, uma série de pistas inscritas nas obras de Leonardo da Vinci, que o pintor engenhosamente disfarçou. Tudo se complica quando Langdon descobre uma surpreendente ligação: o falecido curador estava envolvido com o Priorado de Sião, uma sociedade secreta a que tinham pertencido Sir Isaac Newton, Botticelli, Victor Hugo e Da Vinci, entre outros.
Dan Brown
Opinião:Se havia gostado de Anjos e Demónios (Robert Langdon #1), então ainda mais gostei deste segundo livro com uma nova aventura de Robert Langdon, desta vez a começar na cidade de Paris com a morte estranha do curador do Louvre.
Com Robert como principal suspeito do homicídio, o livro inicia-se com a personagem principal a decifrar os códigos que o velho curador do Louvre deixou para trás antes de morrer. Com a ajuda da neta do curador, Sophie Neveu, Robert percorre o Louvre a decifrar códigos nas obras de Leonardo DaVinci e a tornar-se um fugitico da polícia francesa.
Numa corrida contra o tempo para provar a sua inocência, Robert e Sophie enredam-se na sociedade secreta que o avô da última era membro – Priorado de Sião – que tem como objetivo proteger o segredo sobre o Santo Graal e entre uma guerra entre a mesma sociedade e a Opus Dei – instituição hierárquica preletora da Igreja Católica, que procura difundir a vida cristã no mundo, no trabalho e na família. Com o tempo e cada vez mais pressionados, são obrigados a tentar decifrar o próprio segredo do Santo Graal que leva ambos a recorrer e apelar pela ajuda de um conhecido de Langdon, Leigh Teabing.
Teabing, historiador e investigador da vida de Jesus Cristo, demonstra ser uma das melhores personagens que Brown construiu nos livros que li dele. Desde do seu fanatismo pela vida de Cristo, e falas a ressoar o sarcasmo, foi das minhas personagens favoritas dos livros de Brown e, talvez, das mais marcantes deste livro.
Mais uma vez, das características que nos prendem mais aos livros de Brown é as suas descrições permenorizadas das situações, locais e factos científicos e históricos. Numa constante, o leitor está sempre a aprender factos históricos verídicos sobre ciência, religião, arte e cultura que a nossa sociedade tenta encobrir e disfarçar. O tema controvérsio, desta vez com a possibilidade de Cristo ter sido casado com Maria Madalena e ter deixado descendência, obriga o leitor a ficar sempre agarrado às páginas perguntando-se se o que está a ler será mesmo verdade. Será? Descubram por vocês mesmos.
Sinopse: Qhuinn, filho de ninguém, habituou-se a estar por sua conta. Expulso da linhagem e rejeitado pela aristocracia, encontrou finalmente uma identidade como um dos mais impressionantes combatentes na guerra contra a Sociedade dos Minguantes. Contudo, a sua vida não está completa. Mesmo perante a perspetiva de vir a ter a sua própria família, sente-se vazio por dentro e entregou o coração a outra causa…
Depois de anos de amor não correspondido, Blay ultrapassou os sentimentos por Qhuinn. E já não era sem tempo: o macho encontrou a parceira perfeita numa fêmea Escolhida, e vão ter um filho – aquilo que Qhuinn sempre quis. É difícil imaginá-los como casal, mas quando se constrói uma vida em torno de um sonho vão, o sofrimento está sempre ao virar da esquina. Algo que o guerreiro aprendeu por si próprio.
O destino parece ter levado os dois vampiros soldados por caminhos diferentes, mas com o recrudescer da batalha pelo trono, e com novos atores em cena em Caldwell a criarem mais riscos para a Irmandade, Qhuinn acaba por descobrir a verdadeira definição de coragem e dois corações que devem ficar juntos acabam por fim por se tornar num só.
J. R. Ward
Opinião: Formada em Direito, J. R. Ward vive no sul dos Estados Unidos da América com o seu marido, onde escreve os seus livros que nos oferecem tantas horas de imenso prazer em forma de letras (muito prazer).
Na Sombra da Paixão é o 11ºlivro da saga Irmandade da Adaga Negra que já conta com 17 livros e em Portugal já foram editados 16 livros. A saga já conta também com um “spin-off” , Black Dagger Legacy, que já conta com 4 livros, mas nenhum ainda editado em Portugal. Esta saga conta a história de uma batalha entre vampiros, criados por Virgem Escrivã, e Minguantes, uma extensão de uma força obscura e antagónica de Virgem Escrivã, Ómega. Cada livro conta a história de um casal diferente, dá-nos acesso à evolução dos casais formados em livros anteriores, oferece capítulos com o início da história dos próximos casais como ainda o decorrer da guerra com altos e baixos.
Neste 11º livro é a vez da história de Blay e Qhuinn, dois melhores amigos que surgiram logo nos primeiros livros desta saga. Este é o primeiro relacionamento homossexual e estava muito curioso para ler como a autora iria desenvolver esta história que nos últimos livros atingiu uma tensão intoxicante e sexualmente poderosa. Para mim, o maior foco foi Qhinn, quem a luta contra o preconceito e sentimentos em relação a Blay o torturam ao longo das páginas. Este último resolveu batalhar contra o que sentia por Quinn e tentar não magoar-se ainda mais.A faltade comunicação entre os dois deixou-me diversas vezes com vontade de gritar para as páginas, pois bastaria Blay abrir a boca mais cedo para ele e Quinn terem o seu final feliz logo a meio do livro. Como disse, Quinn foi o foco por ser aquele que teve de passar por maior transformação, além de lidar com a gravidez problemática de Layla e o surgimento de alguém que jurava morto que os Minguantes mantinham escondido. Adorei o facto de ter acesso às raízes de Blay, neste caso os seus pais, personagens acolhedores e empáticas.
Neste livro a guerra contra a Sociedade dos Minguantes continua, com um novo Minguante Mor mais astuto e esperto que os antecessores. Algo me diz que este Minguante vai trazer muitos problemas. O Bando dos Bastardos continua nas suas caças pela noite e a esperar uma retaliação da Irmandade após o atentado a Wrath. Certos capítulo temos acesso a Xcor, Chefe dos Bastardos, e a sua história com Layla. Sem dúvida que há um livro com estes dois ( A Escolhida #15) e estou desejoso de o ler , pois Layla e Xcor estão em frentes diferentes da guerra entre a Irmandade e o Bando dos Bastardos, respetivamente. Uma relação entre ambos criará muitos momentos explosivos nesta saga, ainda por cima estando Layla grávida de Quinn.
Alguns capítulos retornam à prespetiva de Wrath, o Rei Cego, protagonista do primeiro volume da saga (Na Sombra da Noite#1). Leis a serem alteradas, uma aristrocracia insatisfeita com o reinado do Rei, traições. Por alguma razão o seguinte livro da saga (O Rei #12) retoma a história de Wrath e Beth. Muitos capítulos são dispensados para introduzir os irmãos Trez e iAm que também tem um livro para si (Os Sombras #14). São apresentados neste livro, Assail e Sola, personagens que inicialmente me deixaram um pouco à deriva qual o seu papel na história. Assail assumiu-se como o novo controlador no mundo do crime após a partida de Revhenge (Na Sombra da Vingança #7) e Sola é uma espia contratada para o espiar. A tensão sexual é rápida desde do primeiro encontro de ambos e ja tem um livro só para si (A Ladra #16), além de Assail coloca em prática um plano ardiloso e perigoso para enriquecer ao aceitar ser o fornecedor de drogas do novo Minguante Mor e ainda recusar-se estar presente na Assembleia após o atentado contra Wrath na sua propriedade.
É um livro que tem a história principal de Blay e Qhuinn e ao mesmo tempo muitas outras histórias paralelas a serem desenvolvidas e a ampliar mais o mundo desta saga. O facto de existir imensa história por vezes, mais no ínicio da leitura, fez-me ficar um pouco confuso e quase que roubava o protagonismo das personagens principais. Quase.
O estilo da autora permanece o mesmo atraindo-nos para este universo de tensão, perigo, sexo, paixão e sofrimento. Continua a ser das minhas sagas favoritas e são de leitura obrigatória para mim, embora tão caros! Ward começou a alargar o mundo da Irmandade, desde que introduziu o Bando dos Bastardos, para dar continuidade à saga (penso eu).
Desde batalhas, cenas sexuais de revirar os olhos e descrições cruas, este livro, assim como toda a saga vale a pena ler diversas vezes até os vossos olhos saltarem. Recomendo! E muito!
Próximo Livro da saga: O Rei (IAN #12).
Outros livros que li da autora: Na Sombra da Noite (Irmandade da Adaga Negra #1); Na Sombra do Dragão (Irmandade da Adaga Negra #2); Na Sombra do Pecado (Irmandade da Adaga Negra #3); Na Sombra do Desejo (IAN #4); Na Sombra do Sonho (IAN #5); Na Sombra do Amor (IAN #6); Na Sombra da Vingança (IAN #7); Na Sombra do Destino (IAN #8); Na Sombra do Perigo (IAN #9); Na Sombra da Vida (IAN #10); O Rei (IAN #12); Os Sombras (IAN #13); A Besta (IAN #14).
Sinopse: Quando um famoso cientista do CERN é encontrado brutalmente assassinado, o professor Robert Langdon é chamado para identificar o estranho símbolo gravado no seu peito. A conclusão é avassaladora: a marca é de uma antiga Irmandade chamada Iluminati, supostamente extinta há séculos e inimiga da Igreja Católica. Em Roma, o Colégio dos Cardeais está reunido para eleger um novo Papa quando se apercebe do rapto de quatro cardeais, ao mesmo tempo que a Guarda Suíça é informada de que uma perigosa arma está na cidade do Vaticano com o propósito de a destruir. Robert Langdon – quem não o conhece? – ajudado desta vez por Victoria Vetra, cientista do CERN, procura desesperadamente a antimatéria no meio das intricadas pistas deixadas pelos Iluminati, lutando contra o tempo para salvar o Vaticano.
Dan Brown
Opinião: Estava muito curioso para ler algum livro de Dan Brown, já que a fama o segue. Por isso, resisti em ver não ver os filmes e lá consegui comprar alguns livros de Brown por um preço razoável. Pela pesquisa que fiz, Anjos e Demónios dá início a esta saga com a personagem fictícia, Robert Langdon, professor de simbologia. Contudo, pelo que percebi, qualquer livro pode ser lido, pela ordem que o leitor bem entender, mas pronto eu gosto de seguir a ordem cronológica.
Este livro começa com um homicídio brutal, e toda a história se desenrola com um toque subtil, mas grotesco, de violência. Envolvendo ciência e tecnologia altamente avançada e fazendo vacilar as bases da religião, Brown transporta-nos de capítulo para capítulo, sugando-nos para a trama. Como o consegue? Este autor é muito inteligente! Primeiro, os capítulo são curtos e parece estar sempre a acontecer algo novo, seja em ação ou informação, quando por vezes passamos quase 20 capítulo sem sair da mesma cena! Segundo, os temas religião e ciência, aparentes inimigos ao longo de toda a História da Humanidade, quando o segundo só desvenda o mistérios da primeira. Terceiro, o facto de o escritor nos fornecer um romance de ação e suspense baseado em factos históricos verídicos (por exemplo, quem são mesmo os Illuminati, o que são?), informações que por vezes ficamos literalmente de boca aberta ao descobrir e nos fazem perguntar “Será isto mesmo verdade? Ficção ou verídico?”.
Após um morte de um cientista e padre no CERN (Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear, localizada na Suíça), Langdon vê-se entrelaçado pelo seu conhecimento acerca de simbologia, numa batalha contra o tempo para descobrir esta tal antimatéria, (consiste no inverso da matéria e as duas não podem coexistir, pois anulam-se uma à outra. O conceito de antimatéria foi proposto pelo físico inglês Paulo Dirac em 1928. Não existe na terra, embora seja considerada uma fonte de energia com 100% de rendimento, ainda não se conseguir produzir) roubada pelos Illuminati. Langdon vai sempre acompanhado pela filha adotiva do cientista assassinado, Victoria Vetra também ela cientista por quem, de forma muito leve, vai criando sentimentos de romance, lutando para encontrar esta arma totalmente destrutiva escondida algures no Vaticano.
Com reviravoltas e um final que remata bem todas as páginas lidas, esta obra lê-se num instante. Surpreendeu-me o gostar tanto das obras do autor, que vai dando aulas de história da ciência e religião e saber usar a verdade ara criar suspenses realmente surpreendentes. Estava um pouco cético, mas curioso, sobra as obras do autor e ainda bem que o li. Recomendo a quem gosta de ciência, religião ou até só mesmo de um bom suspense que nos leva a correr pelas ruas de Roma e pelos corredores do Vaticano.
Sinopse: Os esforços de Jeanette Kihlberg para solucionar os casos dos meninos mortos são cerceados quando um homem de negócios é assassinado em Estocolmo, naquilo que parece ser uma morte ritualística. Alguns pormenores sugerem um ato de vingança. Mas vingança de quê?
Entretanto, Jeanette continua à procura da desaparecida Victoria Bergman e as suas investigações levam-na a um colégio interno de elite, bem como à Dinamarca e a acontecimentos do seu próprio passado. Por seu turno, a psicoterapeuta Sofia Zetterlund tenta encontrar-se a si própria. À semelhança do primeiro livro desta trilogia, somos confrontados com voltas e reviravoltas e um final absolutamente inesperado.
Erik Axl Sund
Opinião: Erik Axl Sund corresponde ao pseudónimo de dois autores suecos Jerker Erikson e Håkan Axlander Sundquist, autores da trilogia As Faces de Victoria Bergman, romances negros e distorcidos, por vezes até tão macabros com as suas descrições perturbadores e másculas da mente do ser humano e o seu lado mais obscuro.
Depois de imensos anos, finalmente tive a oportunidade de ler o segundo livro que dá seguimento à história de Jeanette, Sofia e Victoria, que terminou no primeiro livro, A Rapariga Corvo, de forma abrupta e inesperada, deixando o leitor quase confuso.
Este segundo livro inicia-se momentos após o fim do primeiro livro, revelando que o que eu pensava que iria ser momento trágico para a própria Jeanette, termina por se resolver de forma suave e mais uma vez Victoria/Sofia escapam entre os dedos de Jenneate.
Enquanto Jeanette continua a investigar a morte das crianças ilegais e vai encontrado ligações entre os horrorosos homicidios que assolam Estocolmo, existe só um nome que a sua intuição grita que irá ajudar-lhe a resolver este caso :Victoria Bergman, mal sabendo que a pessoa que procura é a mesma com quem partilha a sua intimicidade.
Neste livro, dá-mos entrada num mundo mais “psiquiátrico”. Assistimos à luta de Sofia em conseguir tréguas com o seu outro Eu, à medida que vamos explorando o passado de Victoria e compreendendo as mudanças de personalidade em Victoria e a divisão de uma mente brilhante em duas tão opostas, destroçada por uma educação marcada por um pai abusador e violações. À medida que o cerco se aperta à volta de Victoria, e Jeanette intensifica a sua investigação privada e pessoal, para encontrá-la, Sofia tenta encontrar e estabelecer medidas para conviver com Victoria e intregá-la como um todo, explorando a sua mente à procura de respostas para definir-se, ao mesmo tempo que os seus lapsos no tempo acontecem mais frequentemente e se vê perdida entre contar toda a verdade a Jeanette ou manter tudo em segredo, mesmo que isso implique ceder aos impulsos de Victoria.
Embora mais calmo que o primeiro, foi com um enorme prazer que dei continuidade à leitura desta trilogia. Os autores, na sua escrita máscula, escrupulosamente descritiva e macabra, envolvem-nos neste mundo de temas perturbadores que nos fazem ficar agarrados ao livro, ao mesmo tempo que só o queremos fechar depois de acabarmos um capítulo de cenas e descrições perturbadoras para uma pessoa sã (que não o sou!).
Não recomendo este livro a quem gosta de ver o mundo pintado de rosa e salpicado de pós de fadas ou a pessoas sensíveis a temas pesados ou relacionados a doença mental e pedofilia e homicídios. Contudo, para quem gosta de um bom romance de ficção policial, aqui encontram uma excelente conjugação.
Próximo livro da trilogia: As Instruções da Pitonisa ( Trilogia as Faces de Victoria Bergman #3).
Outros livros que li dos autores: A Rapariga Corvo (As Faces de Victoria Bergman #1).